Não viver a vida em vão
Na torre,
sombras e murmúrios
Resquícios,
de um eu não vivido
Borboletas,
que engoli sob ordem
do meu eterno carrasco:
o medo.
Enquanto o tempo se serve em um cálice frio,
bebo a morte em companhia da presente solidão.
Ação?
?
Tic, tac...
a ampulheta silencia. †
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